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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

SABEDORIA, SABOREAR





Sua presença é um presente para o mundo.
Sabedoria, você é único e só há um igual a você.
Sabedoria, sua vida pode ser o que você quer que ela seja.
Portanto saboreando viva os dias, apenas um de cada vez.
Sabedoria, Conte suas bênçãos, não seus problemas.
Sabedoria, você vai superar venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.
Não coloque limites em si mesmo.
Sabedoria, muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso.
Sabedoria, alcance seu máximo, seu melhor o seu prêmio.
Nada consome mais energia do que a preocupação.
Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica.
Lembre-se que um pouco de amor dura muito.
Sabedoria, lembre-se muito disso: dura para sempre.
O amor a amizade é um investimento que vale a pena.
Os tesouros da vida são todas as pessoas.
Sabedoria, nunca é tarde demais.
Faça coisas simples de uma forma simples.
E Sabedoria, encontre tempo para Deus, e lembre-se que Ele é quem te ergue e fortalece.
E nunca esqueça, o quanto você é especial...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Casamento...





Jeny era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles.
Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã.
Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Apaixonada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele.
Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos
e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade.
Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus.
Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se.
Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite.
Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido.
Escreveu para a mãe, dizendo que não agüentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta.
Dona Mary mãe de Jeny, de muito bom senso lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
"Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão.
Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas.
O outro olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe."
A jovem entendeu.
Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo.
Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol.
Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu tão aplicada estava em separar e classificar
as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo.
Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas,
porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, Jeny voltou a Los Angeles com a vida enriquecida por experiências
salutares.
Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
**

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Jesus refúgio para o Oprimido






Antonio deparou-se com um terrível dilema.
Quando entrou em sua casa carregando um presente para sua esposa, sua filhinha paralítica cumprimentou-o.
- Onde está a mamãe? - ele perguntou após beijá-la.
- A mamãe está lá em cima - a menina respondeu.
- Bem - disse o pai, tenho um presente para ela.
- Oh! - exclamou a pequena.
Deixe-me carregar o pacote para a mamãe?
- Por que, Ana querida? - replicou o pai.
Como você pode carregar o pacote para a mamãe, se você não consegue andar, minha filha?
Com um sorriso, a menina continuou:
- Isso é verdade, papai.
Mas você pode me dar o presente e me carregar!
Carregando em seus braços, o homem levou para cima a pequena Ana e o presente.
Então, naquele instante aquele Antonio viu sua própria posição perante Deus:
ultimamente vinha levando um pesado fardo, porém, Deus não o estava carregando, porque ele não deixava.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Para Que Serve o Horizonte?






Evandro chegou no céu e pediu pra falar com Deus porque, segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que
não tinha nenhum sentido...
Deus o atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na Criação.
- Senhor Deus, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser...
Mas no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada disse Evandro para Deus.
- E que coisa é essa Evandro que não serve para nada? Perguntou Deus.
- É o horizonte.
Para que serve o horizonte?
Se eu caminho um passo em direção ao horizonte, ele se afasta um passo de mim.
Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos.
Se caminho quilômetros em direção ao horizonte, ele se afasta os mesmos quilômetros de mim...
Isso não faz sentido!
O horizonte não serve pra nada.
Deus olhou para Evandro, sorriu e disse:
- Mas é justamente para isso que serve o horizonte... " para fazê-lo caminhar “

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sorvete da alma





Semana passada, levei meus filhos ao restaurante.
Meu filho de 6 anos perguntou se poderia dar graças, antes da refeição.
Concordei, e ele, então, disse:
- Obrigado, meu Deus, pela comida.
Ficarei ainda mais agradecido se minha mãe nos der sorvete de sobremesa... Amém!
Os clientes, em volta, riram ao ouvir a prece do meu filho, mas ouvi uma mulher fazer um comentário maldoso:
- É isso que está errado.
Essas crianças de hoje nem aprendem a rezar direito.
E os pais nem percebem isso.
Onde já se viu um menino rezar para ganhar sorvete?
Escutando isso, meu filho ficou embaraçado e perguntou:
- O que aconteceu? Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava e lhe assegurava que havia feito uma oração maravilhosa, disse:
- Deus, com toda a certeza, não estava zangado com você.
Até um homem sentado perto comentou:
- Deus achou que foi uma grande oração!
E, olhando para a mulher, fez outro comentário:
- Pena que mais gente nunca tenha pedido sorvete a Deus... Faz bem pra alma!
- Mesmo? - meu filho perguntou.
Naturalmente, eu comprei sorvete para todos, ao final da refeição.
Meu filho olhou fixamente para a sua taça e fez algo que surpreendeu a todos:
Ele pegou o seu sorvete e, sem uma palavra, caminhou em direção da mulher que havia feito o comentário maldoso
e o colocou na frente dela.
E, com um grande sorriso, lhe disse:
- Aqui, este é para você. Sorvete, às vezes, é bom para a alma. E a minha já está bastante boa...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma criança








As crianças apresentam-se em tamanhos, pesos e cores sortidas.
Encontram-se em toda parte, em cima, em baixo, fora, pulando, pendurada, caindo, correndo, saltando.
Os pais as amam, as visitas as detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos as toleram e o Céu as protege.
Uma criança é a verdade de alma limpa, a sabedoria de cabelos despenteados, a esperança sem fim.
Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões
de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do busca-pé e
tem cinco polegares em cada mão quando pratica suas peraltices.
Gosta de chicletes, sorvetes, carrinhos, bonecas, a Páscoa e o Natal, e gosta de ar livre, da água, dos animais grandes,
dos automóveis e aviões e dos domingos.
Detesta as visitas, os livros sem figura, cortar os cabelos, dias de chuva, tomar banho e a hora de dormir.
Levanta cedo e está sempre atrasada para as refeições.
Entre seus pertences há sempre um tesouro: uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude..
É uma criatura mágica.
Você pode fechar-lhe a porta de seu quarto de ferramentas, mas não a de seu coração.
Pode expulsá-la de seu escritório, mas não de seu pensamento.
Toda sua importância e sua autoridade desmoronam-se diante dela, que é seu carcereiro, seu chefe, seu amo... Quem?
Você Pai, Mãe, Tia, Tio, Vovó e Vovô quando você volta para casa, à noite, com esperanças, ambições e nervos
despedaçados, ela pode recompô-los num instante com suas palavrinhas mágicas:
- "Oi Pai, Oi Mãe."
Eu amo vocês.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A História da Lagarta


Imagine uma lagarta.
Ela passa grande parte de sua vida no chão, observando os pássaros, indignada com seu destino e com sua forma.
Muitas vezes ela pensa: "Sou a mais desprezível das criaturas, feia, repulsiva, condenada a rastejar pela terra.”
Um dia, entretanto, a Natureza pediu que fizesse um casulo.
A lagarta se assustou e naquele instante pensou que estivessem construindo para ela seu túmulo.
Já estava quase preparada para morrer...
Indignada com a vida que ela teve, reclamava novamente com Deus.
"Quando finalmente me acostumei com a terra, o Senhor me tirou o pouco que tenho."
Desesperada, se trancou no casulo e aguardou o fim de sua vida.
Alguns dias depois, tornou-se uma das mais lindas borboletas... Nem ela percebeu quão linda se tornou.